terça-feira, 5 de agosto de 2008


Há certas coisas em que não se entende
Não se esquece
Não se aprende
E que nem sempre é o que parece

Há certas coisas são e não são ao mesmo tempo
Um paradoxo bizarramente inexplicável
São apenas coisas de momento
Que sentimos e agimos de forma natural
Inimaginável
Irracional

Há certas coisas que não se apagam
Que não se vê
Mas que se crê
Apenas por senti-lo

Há certas palavras que dizemos
Sem nada falar
Por elas serem ditas apenas
Num silêncio que se fala pelo olhar

Há certas pessoas em que não se esquece
E que nos apetece a chorar
Ao lembrar dos momentos
E de um certo tempo vivido
Que se tornou inesquecível
E que quando lembramos, falamos
“Ô tempo bom”
Tempo esse que não volta mais
Mas que nos faz voltar no passado
Lá naquele exato lugar onde ficou marcado
Tudo o que um dia vivemos
E que ainda vive guardado
Na caixinha chamada lembrança!
Exist Now and Ever!

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